| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Passeri |
| Parvordem: | Passerida |
| Família: | Thraupidae |
| Cabanis, 1847 | |
| Subfamília: | Thraupinae |
| Cabanis, 1847 | |
| Espécie: | T. callophrys |
A saíra-opala é uma ave da ordem dos Passeriformes, da família Thraupidae.
Seu nome científico significa: do (tupi) Tangará = dançarino; ata = andar; e carã = em volta; e do (grego) kallos = beleza; e ophrus = sobrancelha. ⇒ Beleza de dançarino com sobrancelha.
Mede entre 14 e 14,7 centímetros de comprimento e pesa entre 21 e 26 gramas. Apresenta a região auricular de cor azul brilhante profunda que se estende pela região malar e garganta e por todo o peito, flancos e barriga. O coroa é de um amarelo brilhante opalescente que se estende por uma ampla testa sobre o olho para os lados da nuca. O centro da coroa e da nuca são um preto muito profundo (Hilty, 1986). Os ombros e manto são negros. As penas coberteiras são geralmente pretas com azul escuro sobre as bordas das rêmiges primárias. A região do uropígio é de cor opalescente ou amarelada, com um toque de azul nas penas próximas. O bico é curto e grosso (padrão para o gênero Tangara) (Isler & Isler, 1987), são de cor preta. Tarsos e pés são de coloração cinza esverdeado ou chifre. A íris é marrom escura.
Ambos os sexos parecem semelhantes ao olho humano, mas apresentam uma leve diferença na plumagem. (Burns e Shultz, 2014).
Espécie monotípica (não são reconhecidas subespécies) (Isler & Isler, 1987, Dickinson & Christidis, 2014, Clements checklist, 2014).
Possuem uma dieta mista de invertebrados terrestres e frutas, semelhante a outros membros do gênero Tangara(Isler & Isler, 1987, Hilty, 1986), mas a sua dieta não é conhecido em detalhe. Apenas fruta foi relatada em uma pequena amostra de estômagos de três indivíduos (Isler & Isler, 1987). Indivíduos também foram observados alimentando-se de frutos de Lantana trifolia em um pasto com criação de gado (Guimarães et al. 2019).
Hábitos reprodutivos…
Geralmente são vistos isoladamente ou, por vezes, em grupos de dois ou três; menos frequentemente, eles foram observados como sendo em grupos de até sete indivíduos (Isler & Isler, 1987). Eles também juntam-se regularmente em bandos mistos (Isler & Isler, 1987).
É encontrada no Equador, Peru e no Brasil, no sudoeste da Amazônia brasileira.
Consulta bibliográfica sobre subespécies: